domingo, 10 de abril de 2011

CAMPANHA SACOLAS RETORNÁVEIS


Realizamos a Campanha dia 09/04/2011 no Carrefour do Rio Preto Shopping Center, agradeço a todos os patrocinados, a UNILAGO e o Carrefour que apoiaram nossa iniciativa, mas infelizmente a população ainda não caiu na real e não está nem um pouco preocupada com o que está acontecendo e o que vai acontecer com nosso Planeta. Ficamos muito tristes com tudo isso, pois são nossos filhos que irão sofrer com toda essas desgraça que a humanidade esta fazendo, (ou) não está fazendo nada. Não adianta fazermos campanhas, palestras, tentar corrigir o que nós destruimos, lamento em informar, mas daqui a alguns anos não existira mais NADA na TERRA... como podem observar é cada vez mais constante as catástrofes, tornados, tsunami, enxentes, etc... hoje você não consegue mais saber se vai chover ou fazer sol, (como nossos avós diziam antigamente) ... "amanhã vai chover"..."esse mês é mês de chuva"... etc... Será que vamos ter que ver muita gente morrendo de cede, de fome, morrendo afogadas, vivendo no meio do lixo, ou sobrevivendo de LIXO... Até qdo vamos tapar o SOL com a peneira????? Essa mudança só depende de VOCÊ....

José Roberto
Pós Graduação Gestão Ambiental

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

QUEIMADA !!!!!!!!!!







Hoje presenciei uma queimada as margens da rodovia SP-304 entre Sales-SP e Novo Horizonte-SP Km 438, uma cena chocante, pois os veiculos que trafegavam no sentido contrario tiveram que retornar ou esperar a situação melhorar.

Ficamos indignados com toda essa situação e as autoridades não fazem absolutamente nada, além do mais as usinas sempre dizem que as queimadas durante o dia foram acidental ou criminal.

Não estamos conseguindo mais respirar com tantas queimadas.

Até quando vamos aguentar !!!
Será que vai sobrar alguma aréa verde para nossos filhos, netos, etc !!!!

Cadê nossos governantes !!!!!

Zé Roberto












sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Cientista britânico prevê 'catástrofe' mundial em 2030
fonte: estadao.com.br 19 de março de 2009 7h 54

O aumento da população mundial e das demandas por água, energia e alimentos poderão provocar uma "catástrofe" em 2030, segundo previsões do principal conselheiro científico do governo britânico.
Segundo Beddington, com a população mundial estimada em 8,3 bilhões de pessoas em 2030, a demanda por alimentos e energia deve aumentar em 50%, e por água potável deve aumentar em 30%.
"Não vai haver um colapso total, mas as coisas vão começar a ficar realmente preocupantes se não combatermos esses problemas", afirma Beddington.
Segundo ele, esta crise por recursos vai ser equivalente à atual crise no setor bancário.
"Minha principal preocupação é com o que vai ocorrer internacionalmente, vai haver falta de alimentos e de água", prevê o cientista.
"Nós somos relativamente sortudos no Reino Unido; pode não haver falta, mas podemos esperar um aumento de preço dos alimentos e de energia."
O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) prevê falta de água generalizada na África, Ásia e Europa até 2025.
A quantia de água potável disponível por habitante deve diminuir dramaticamente neste período.
A questão da segurança alimentar e energia chegou a entrar no topo da agenda política no ano passado, durante a alta do preço do petróleo e de commodities.
Melhorar globalmente a produtividade agrícola é uma forma de combater o problema, afirma Beddington.
Atualmente, se perdem entre 30% e 40% de toda a produção, antes da colheita, por causa de pragas e doenças.
"Temos que procurar uma solução. Precisamos de mais plantas resistentes a pragas e doenças, e de melhores práticas agrícolas e de colheita", afirma Beddington.
"Os alimentos transgênicos também podem ser parte da solução. Precisamos de plantas que sejam resistentes à seca e à salinidade - uma mistura de modificações genéticas e cruzamento convencional de plantas."
De acordo com o cientista, também são essenciais melhorias na estocagem de água e fontes de energia mais limpas.

John Beddington está a frente de um subgrupo de um novo departamento do governo criado para combater a segurança alimentar. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

sábado, 29 de maio de 2010

Empresas reduzem coleta seletiva e misturam o lixo

Na aula de 29/05 comentávamos sobre a falta de vontade política de fazer as coisas acontecerem. Isto, relacionado à coleta seletiva e reciclagem do lixo urbano. Pois bem, neste mesmo dia, o jornal Folha de S. Paulo publica a matéria cujo título "tomei emprestado" para esta postagem. A matéria comenta o que conversamos em sala de aula: a desorganização do poder público para lidar com o lixo produzido diariamente. Como a matéria é exclusiva para assinantes da Folha ou do UOL, tomei a liberdade de transcrever para o Blog.

Empresas reduzem coleta seletiva e misturam o lixo

Redução ocorre porque cooperativas não conseguem processar material

Sem ter onde deixar o lixo reciclável, empresas o recolhem junto ao comum; prefeitura admite falha
EVANDRO SPINELLIDE SÃO PAULO CRISTINA MORENO DE CASTROCOLABORAÇÃO PARA A FOLHA

A coleta seletiva de lixo foi reduzida na cidade de São Paulo porque as 17 cooperativas de catadores conveniadas com a prefeitura não têm conseguido processar todo o material recebido. Assim, latas, papéis e outros produtos recicláveis, separados pelos moradores, vão parar nos aterros, misturados ao lixo comum.Os caminhões especiais da coleta seletiva chegam a recolher o lixo nas casas e depois estacionar em frente às cooperativas. Esperam horas para descarregar e, algumas vezes, retornam lotados para as garagens. A consequência são menos desses caminhões especiais nas ruas e, com isso, lixo reciclado recolhido pelos veículos comuns, misturado ao lixo não separado.Em média, as empresas Loga e Ecourbis recolhem 120 toneladas de lixo reciclável por dia contra um total de 9 mil toneladas de lixo residencial comum. Nas cooperativas, os catadores separam, limpam e embalam o material, que depois é revendido -num processo que leva tempo, o que limita a capacidade de receber mais descartes. Até algumas semanas atrás, as empresas levavam o lixo da coleta seletiva diretamente para os aterros destinados ao lixo comum. A prefeitura passou a proibir a entrada dos caminhões de lixo reciclável no aterro, o que não mudou em nada o problema.
FALHAS
Loga e Ecourbis confirmam que têm despejado lixo que foi separado para reciclagem em aterros. A prefeitura admite que há falhas na coleta seletiva e diz que vai multar as empresas. O problema ocorre na cidade inteira, segundo funcionários da Loga e cooperativas ouvidas pela reportagem. "Todo mundo está lotado", confirmou Jacy Cardoso, presidente da Cooperação, grupo de catadores da Vila Leopoldina (zona oeste). Para a presidente, o problema se resolveria se mais cooperativas fossem conveniadas pela prefeitura. "Tinha que ter 62 cooperativas, duas por subprefeitura."São Paulo tem 94 cooperativas de catadores de lixo, mas apenas 17 são credenciadas pelo município. De acordo com o Movimento Nacional dos Catadores, se todas as cooperativas fossem credenciadas, o número de pessoas envolvidas no processo saltaria de 1.000 para cerca de 4.000. O movimento defende que a prefeitura credencie todas as cooperativas, como forma de resolver o problema.
Fonte: Folha de São Paulo, 29/05/2010

sábado, 22 de maio de 2010

Início do curso


O curso de Pós-Graduação Ecogestão teve início no dia 15/05/2010, uma manhã de sábado ensolarada de outono, temperatura agradável, com dez alunos oriundos de São José do Rio Preto e região.
A primeira disciplina a ser cursada é a de Gestão Ambiental, Ecologia e Qualidade de Vida, com carga horária de 30 h/a, que visa abordar princípios gerais da Ecologia, incluindo os aspectos relevantes e atuais relacionados à sustentabilidade.
Em 22/05/2010, realizamos a nossa segunda aula, na qual tivemos a oportunidade de receber mais dois colegas e registrar a primeira foto da turma juntamente com a docente responsável pela disciplina, Samara e a coordenadora da pós-graduação UNILAGO, Maria de Lourdes.